Não podemos nos esquecer que o fundamento de nossas relações é o amor de Deus que temos que revelar, pois compreendemos que a liberdade que temos não se trata de fazermos o que desejarmos, mas, de nos submetermos à lei do amor, como podemos ler na carta aos Gálatas, no capítulo cinco, do versículo treze ao quinze.
“Porque vocês, irmãos, foram chamados à liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à carne; pelo contrário, sejam servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: “Ame o seu próximo como a você mesmo.” Mas, se vocês ficam mordendo e devorando uns aos outros, tenham cuidado para que não sejam mutuamente destruídos.” (Gálatas 5.13–15 NAA)
Não temos outra maneira de viver, pois fomos libertos da escravidão do pecado, para vivermos a liberdade, tendo o entendimento iluminado, para não só compreendermos quem somos e a vontade Daquele que nos criou, como a maneira que devemos viver por causa de quem somos Nele. Somos de Deus, para a Sua glória, coparticipantes de Sua natureza divina, capacitados para rejeitar as paixões humanas e vivermos as relações fundamentadas no amor do Pai que foi derramado em nossas vidas e que revelam o Pai ao mundo.
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