Viver na carne

Imagem de Joe por Pixabay

Precisamos compreender o que significa viver na carne, pois se não tivermos esse entendimento, provavelmente, podemos pensar que nossa forma de viver está adequada, mas de fato, foge do padrão de Deus. Viver na carne é revelar os frutos dela nas nossas relações, como podemos ler na carta aos Gálatas, no capítulo cinco, do versículo dezenove ao vinte e um.

“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: imoralidade sexual, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçarias, inimizades, rixas, ciúmes, iras, discórdias, divisões, facções, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas. Declaro a vocês, como antes já os preveni, que os que praticam tais coisas não herdarão o Reino de Deus.” (Gálatas 5.19–21 NAA)

O que é imoralidade sexual? É vivermos numa prática que não traduz um sexo que envolva respeito e honra um pelo outro. Libertinagem? Seguir os próprios desejos sem nos preocuparmos com o impacto das nossas decisões na vida do outro. E assim vai, pois se analisarmos, sempre está ligado à forma como nos relacionamos uns com os outros. A maneira como desenvolvemos as nossas relações, se buscamos nossos próprios interesses em detrimento dos desejos, necessidades ou interesses do outro é vivermos buscando somente os nossos interesses e desejos e não importa do que se trata. Viver na carne é vivermos pela maneira de pensar do mundo, agir e se  relacionarmos uns com os outros, pois nossa vida se traduz nas relações com as pessoas.

Viver na carne não se trata do que fazemos, mas de como e as motivações que temos nas nossas relações, pois se o que fazemos é usar do outro para atender aos nossos desejos e vontades, se o vemos como objeto de satisfação dos nossos desejos, então, estamos vivendo na carne, andando segundo a maneira de pensar do mundo e não do Espírito.

Ouça a mensagem no agregador de PODCAST de tua preferência:

CASTBOX, SPOTFY, DEEZER ou GOOGLE