Não é o jugo religioso que salva

Não é o jugo religioso que salva

foto por: Paul Jai em Unsplash

Em Atos, durante a discussão sobre circuncisão e guardar a lei de Moisés para a salvação, Pedro traz uma palavra que nos conforta, como podemos ler no capítulo quinze, versículos dez e onze:

Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós? Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram.” (Atos dos Apóstolos 15.10–11, RA).

Nós na nossa religiosidade queremos muitas vezes impor um jugo às pessoas que nem nós temos dado conta. Precisamos ter claro em nosso entendimento que a salvação não está vinculada à obra que realizamos, a obediência a mandamentos e regras. A salvação é pela graça de Deus, revelada por meio da obra que Cristo fez em nosso favor. Somos salvos pelo que Ele fez por nós. Não depende de nós a nossa salvação. Tendo sido salvos, somos chamados para vivermos o reino de Deus na terra. Santificamos o nosso proceder, andamos segundo os valores eternos do reino, com o propósito de revelá-Lo e o Seu reino neste mundo.

Não obedecemos e nem andamos na vontade de Deus para alcançar a salvação, mas por termos sido alcançados, andamos alinhados com a Sua vontade, praticando as obras de Cristo, para que, como Seus filhos, revelemos ao mundo o nosso Pai e enchamos a terra com a Sua glória.

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