O exercer da autoridade no meio da família

Paulo, em sua primeira carta aos Coríntios, no capítulo onze, versículos um e dois revela o significado da autoridade que temos que exercer no meio da família:

Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo. De fato, eu vos louvo porque, em tudo, vos lembrais de mim e retendes as tradições assim como vo-las entreguei.” (1Coríntios 11.1–2 RA).

Autoridade sobre a vida do outro não é expressão de poder e domínio, mas o entendimento da responsabilidade que tem em ensinar e conduzí-los na vontade de Deus. A submissão é espontânea pelo reconhecimento da autoridade conferida, como Paulo declara. Primeiro: convoca para que o imitem em todas as coisas, como Ele imita a Cristo. Segundo: as pessoas faziam o que ele ensinava, não por imposição, mas, por se submeterem ao ensino que ele trazia e o exemplo que ele dava. A autoridade não é algo que possamos tomar, mas é concedida, como no caso da vida de Paulo, pelo próprio Cristo que o designou para fazer o que estava fazendo e a expressa no exemplo e testemunho que dava ao revelar Cristo às pessoas.

Quando entendemos a nossa responsabilidade pela família, compreendendo que devemos ser o exemplo e a autoridade que recebemos, nos comprometemos com o papel que temos e com a vontade do Pai, para sermos modelos para a família de Deus no processo de crescimento e amadurecimento.

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