Servos, não celebridades

Imagem de Sasin Tipchai por Pixabay

A verdade de 1Coríntios 4 sobre liderança, graça e fidelidade que a igreja precisa lembrar hoje.

Na primeira carta aos Coríntios (1 Coríntios 4.1–7), Paulo deixa claro que os ministros de Cristo são servos. Eles existem para servir, não para promover a si mesmos, suas preferências ou qualquer tipo de grupo. São administradores dos mistérios de Deus, e toda autoridade que possuem é derivada — vem de Cristo, não deles. Isso fica evidente especialmente no versículo 7:

“Pois quem é que faz com que você sobressaia? E o que é que você tem que não tenha recebido? E, se o recebeu, por que se gloria, como se não o tivesse recebido?” (1Coríntios 4.7 NAA)

O que se espera de um líder é fidelidade. Seu foco deve ser obedecer ao Senhor, não conquistar aprovação humana. Popularidade não é o objetivo. O padrão é Deus, não a opinião das pessoas. O julgamento final de todo ministro pertence somente ao Senhor, porque só Ele conhece as motivações do coração. Qualquer julgamento humano é limitado e temporário.

Quando entendemos isso, lembramos que tudo o que temos vem da graça — nada é mérito nosso. Por isso, não podemos ultrapassar o que as Escrituras dizem. Precisamos voltar constantemente à Palavra e abandonarmos favoritismos.

Cremos nessas verdades, então nossa postura deve ser clara: servir sem buscar aplausos ou vantagens; evitar julgamentos precipitados sobre intenções; filtrar opiniões, decisões e ministérios pela Escritura, não por preferências pessoais; lutar contra o orgulho, porque tudo é graça; e rejeitar divisões ou “torcidas organizadas” dentro da família de Deus.

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