A ilusão de autossuficiência que confronta a soberania de Deus e nos afasta do bem.
Diante da nossa total dependência de Deus, do reconhecimento da Sua soberania e da certeza de que não controlamos o futuro, não há espaço para orgulho ou arrogância. Estamos neste mundo para praticar o bem — é isso que Tiago nos lembra (Tiago 4.16–17).
“Agora, entretanto, vocês se orgulham das suas arrogantes pretensões. Todo orgulho semelhante a esse é mau. Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando.” (Tiago 4.16–17 NAA)
Quando nos orgulhamos do que fazemos, como se tudo fosse fruto da nossa própria força, caímos na armadilha da vanglória, da autoconfiança exagerada e da exaltação humana. Isso é detestável diante de Deus. Esse tipo de orgulho revela maldade porque contradiz a soberania divina — é como se tentássemos assumir o controle do nosso destino, repetindo a velha rebelião humana.
Se conhecemos a vontade de Deus e, mesmo assim, escolhemos agir apenas segundo nossos próprios planos, pensando que tudo gira em torno de nós, estamos agindo no mal, não no bem. E quando sabemos o que é certo, mas não praticamos, pecamos.
Precisamos entender uma verdade simples e libertadora: não decidimos o nosso futuro. Ele não está em nossas mãos, mas nas mãos soberanas do nosso Deus. Somos completamente dependentes Dele. Todo sucesso e qualquer resultado alcançado não são mérito nosso. Por isso, devemos reconhecer que é o Senhor quem abre e fecha portas. Confiamos na Sua soberania e caminhamos fazendo o bem — não seguindo o que é mau, nem a nossa própria vontade, mas a vontade Dele.
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