2 Pedro 2.4–8: justiça contra os ímpios e cuidado com os justos
Na segunda carta de Pedro, há uma sequência de exemplos históricos que confirma duas verdades centrais: Deus julga, sem falhar, os ímpios e os falsos mestres; e Ele preserva os justos, mesmo quando estão cercados de corrupção e pressão moral (2Pe 2.4–8).
“Pois Deus não poupou anjos quando pecaram, mas, lançando-os no inferno, prendeu-os com correntes de escuridão, reservando-os para o juízo. E ele não poupou o mundo antigo, mas preservou Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios. E, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, condenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo do que viria a acontecer com os que vivessem impiamente; mas livrou o justo Ló, que ficava aflito com a conduta libertina daqueles insubordinados. Porque esse homem justo, pelo que via e ouvia ao morar entre eles, atormentava a sua alma justa, dia após dia, por causa das obras iníquas que aqueles praticavam.” (2Pedro 2.4–8 NAA)
A soberania e a justiça de Deus são impecáveis: não há imunidade para a rebelião nem para quem rejeita a graça. Mesmo vivendo em um mundo corrupto e perdido, não podemos ceder à pressão. Como Noé e Ló, devemos andar na justiça, praticar a verdade e revelar o Reino — ainda que sejamos minoria. Somos luz e não podemos rejeitar o Senhor soberano que nos salvou e nos comprou, para vivermos pela graça, em justiça, revelando o Senhor.
Pela fé, somos guardados pelo Senhor, como foram Ló, Noé e tantos outros que viveram segundo a justiça. Mesmo sendo minoria, precisamos viver na prática da justiça, revelando as virtudes e o amor de Deus, sendo luz em meio às trevas, para que muitos se aproximem da verdade e sejam reconciliados por meio da obra de Cristo.
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