Verdade sem enfeites

Porque o cristão não precisa de juramentos para provar o que diz.

Não podemos ser hipócritas, evasivos ou levianos no que fazemos e falamos. Tiago nos alerta sobre isso em sua carta (Tiago 5.12):

“Acima de tudo, meus irmãos, não jurem nem pelo céu, nem pela terra, nem por outra coisa qualquer, mas que o “sim” de vocês seja “sim”, e que o “não” de vocês seja “não”, para que vocês não incorram em condenação.” (Tiago 5.12 NAA)

Tiago não condena o juramento em si, mas a forma descuidada, enganosa e manipuladora com que ele era usado. Ele combate a prática farisaica de tentar dar aparência de verdade usando elementos da criação como garantia. O cristão deve ser verdadeiro em tudo, sem precisar de adornos verbais para parecer confiável.

Quem vive na verdade não precisa provar nada: o “sim” é sim, o “não” é não — simples assim.

Entendendo isso, somos chamados à integridade na comunicação diária.

Isso significa: falar com transparência; agir com ética no trabalho e nos relacionamentos; não manipular situações para obter vantagens; cumprir o que prometemos — e nunca prometer o que não podemos cumprir; evitar exageros e palavras vazias; manter clareza, honestidade e simplicidade nas palavras e atitudes.

A igreja deve ser reconhecida como uma comunidade de gente verdadeira — gente cuja vida confirma aquilo que fala.

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