O que Hebreus 9 revela sobre a limitação dos antigos rituais e a plenitude do acesso a Deus que só encontramos em Jesus.
Ao entendermos a obra redentora de Cristo, percebemos que a lei e o santuário construído por ordem de Deus não eram apenas símbolos do plano eterno. Eles também mostravam que o acesso pleno à presença de Deus ainda não estava liberado, como lemos em Hebreus 9.1-10, especialmente no versículo 8:
“Com isto o Espírito Santo quer dar a entender que o caminho do Santuário ainda não se manifestou, enquanto o primeiro tabernáculo continua erguido.” (Hebreus 9.8 NAA)
Quando olhamos para o tabernáculo e seus rituais, entendemos que tudo era temporário, simbólico e pedagógico. Tudo apontava para Cristo — o verdadeiro Mediador, Sacerdote e Rei — e para o tabernáculo definitivo que Deus edificaria. A mensagem era clara: o caminho para a presença de Deus ainda não estava aberto, porque o pecado era uma barreira real. Aqueles rituais não davam acesso direto a Deus, nem purificavam a consciência.
Sabendo disso e reconhecendo que os antigos ritos não podiam trazer liberdade verdadeira, precisamos abraçar a realidade que temos em Cristo. Não faz sentido tentarmos viver pela lógica da lei, seguindo ritos, superstições ou práticas externas. Em Cristo fomos regenerados, feitos novas criaturas, membros do Corpo, pedras vivas do templo que Deus está construindo. Nele temos acesso direto ao Pai. Nossa redenção é completa, o perdão é real e definitivo.
Deus não deseja um culto ritualista, mas um coração transformado que aprende o que é verdadeira adoração. Ele quer maturidade espiritual — uma vida moldada pela santificação, conduzida pelo Espírito Santo que habita em nós.
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