A misericórdia acima das regras

foto por: Sebastián León Prado em Unsplash

O quanto compreendemos a vontade de Deus? O quanto agimos como Cristo e revelamos a graça e o amor pelas pessoas em suas necessidades? Este é o ponto que precisamos refletir e repensar, pois podemos estar sendo religiosos e não misericordiosos e cheios de graça da expressão e revelação de Deus aos homens. Podemos estar agindo como os religiosos na época de Jesus e não agindo como Ele, que é no nosso papel neste mundo.

Jesus na sinagoga, fala com relação a isso, como podemos ler em Marcos, capítulo três, do versículo um ao quatro: “De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos. E estavam observando a Jesus para ver se o curaria em dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão ressequida: Vem para o meio! Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio.” (Marcos 3.1–4, BEARA).

O que fez Jesus? O que ensinou aos Seus discípulos? Isto podemos ver nos versículos cinco e seis: “Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada. Retirando-se os fariseus, conspiravam logo com os herodianos, contra ele, em como lhe tirariam a vida.” (Marcos 3.5–6, BEARA).

Precisamos pensar sobre isso e refletir sobre o que temos feito, pois muitas vezes não estamos sendo diferentes dos religiosos, estamos agindo com um coração duro e não estamos revelando a mesma atitude de Cristo, pois somos enviados para fazer o mesmo, isto é, para revelarmos a misericórdia e a graça de Deus e o que estamos fazendo é simplesmente mostrando a nossa dureza de coração e nossa religiosidade.

Precisamos repensar o que temos feito e compreendermos quem somos diante de Deus para não agirmos diferente de Cristo, e sim, precisamos ser Seus imitadores e revelar aos homens a graça e a misericórdia do Pai.

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