Em Cristo obtivemos a eterna redenção

Em Cristo obtivemos a eterna redenção

foto por: Yannick Pulver em Unsplash

Na carta aos Hebreus, compreendemos a oferta de Cristo em nosso favor para recebermos a eterna redenção, para não precisarmos mais de rituais que se repetiam ano a ano, isto no capítulo nove, do versículo dez ao quinze:

os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma. Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo! Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.” (Hebreus 9.10–15, RA).

Alcançamos em Cristo a eterna redenção por meio de Sua oferta, do derramar do Seu sangue em nosso favor, para que recebêssemos a remissão do pecado e para que tendo a consciência purificada destes, nossas obras mortas, possamos servir a Deus. Ele nos purificou, nos fez um novo ser, deu-nos um novo coração para que capacitando-nos, pudéssemos rejeitar as obras mortas e vivêssemos para a glória e louvor do nome do Senhor.

Em Cristo alcançamos a eterna redenção por meio de Sua oferta, para que livres das obras mortas do pecado, possamos ser oferta em favor da vontade de Deus, para servi-Lo e revelarmos a Sua glória neste mundo, realizando as mesmas obras que Cristo, pois não somos mais escravos do pecado, mas servos da justiça.

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