Um Deus para todos

Um Deus para todos

foto por:   Jacob Mejicanos em Unsplash

Jesus em Seu testemunho e andar neste mundo, não só revelou o Pai e mostrou a Sua vontade, como foi expressão de toda compaixão e amor para com todas as pessoas, não importando se ricas ou pobres materialmente, mas sempre se revelou ser um Deus para todos que reconhecem que Dele necessitam e O buscam.

Em Marcos, capítulo cinco, temos duas histórias: a de Jairo, pessoa importante na sociedade que estava com sua filha à morte e uma mulher com hemorragia que se empobreceu completamente, gastando tudo que tinha na busca de cura.

Do versículo vinte e um ao vinte e quatro, fala de Jairo: “Tendo Jesus voltado no barco, para o outro lado, afluiu para ele grande multidão; e ele estava junto do mar. Eis que se chegou a ele um dos principais da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-se a seus pés e insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá. Jesus foi com ele. Grande multidão o seguia, comprimindo-o.” (Marcos 5.21–24, BEARA).

Do versículo vinte e cinco ao trinta, fala da mulher com hemorragia: “Aconteceu que certa mulher, que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia e muito padecera à mão de vários médicos, tendo despendido tudo quanto possuía, sem, contudo, nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior, tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste. Porque, dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada. E logo se lhe estancou a hemorragia, e sentiu no corpo estar curada do seu flagelo. Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes?” (Marcos 5.25–30, BEARA).

O primeiro sabemos o nome, o segundo, uma pessoa desconhecida e sem importância para aqueles que estavam à sua volta. Mas o que faz o Senhor? Trata ambos igualmente e com a mesma importância. Revela o amor, compaixão e traz não só a cura para a sua dor e sofrimento, mas o consolo e alimenta a fé de cada um.

Tendo o entendimento que o nosso Deus é para todos, como temos agido e reagido diante das pessoas? Como temos tratado o rico? Como tratamos e lidamos com o pobre, o morador de rua, a prostituta, o miserável, o órfão? Revelamos por meio de nossa vida o nosso Deus a todos ou agimos com deferência?

Que possamos compreender quem somos e o nosso papel para agirmos como Cristo e não segundo os interesses e pensamento natural, para sermos verdadeiros filhos de Deus.

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