Não ao jugo da escravidão

Foto de Tasha Jolley na Unsplash

A liberdade que recebemos é para que tenhamos os nossos olhos abertos, compreendamos a vontade de Deus e nela andemos, para revelarmos o Pai ao mundo, como podemos ler na carta aos Gálatas, no capítulo cinco, versículo um.

 “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Por isso, permaneçam firmes e não se submetam, de novo, a jugo de escravidão.” (Gálatas 5.1 NAA)

Nos submetermos ao jugo da escravidão é revelamos que não entendemos a obra de Deus, que nos chama a viver por meio da Sua graça e não em realizar obras para termos a recompensa pelo serviço prestado. É não entendermos a lei e no submetermos a um conjunto de regras, dogmas e pensamento humano, como se pudéssemos fazer algo para sermos abençoados por Deus. Pensar desta forma é revelarmos falta de entendimento e nos submetermos à escravidão da forma de pensar do mundo que não revela e nem manifesta a obra de Deus por meio de Cristo. Não podemos viver por regras e imposição de pensamento humano, mas, devemos nortear nossas vidas e relações fundamentados no amor do Pai que nos foi concedido para revelá-Lo ao mundo.

Somos livres, libertos do jugo da escravidão, para vivermos a plena vontade de Deus com todo entendimento. Quando nos submetemos a regras, rituais e dogmas como se pudessem nos salvar, revela que da graça caímos e que não entendemos o que Deus fez em nosso favor, pois permanecemos debaixo da forma de pensar do mundo, portanto do jugo da escravidão que tira de nós a liberdade que nos foi concedida por Cristo.

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