A alegria completa

foto por: martin bennie em Unsplash

Queremos a alegria completa, mas como a alcançamos? Na primeira carta de João, no capítulo um, do versículo um ao quatro, podemos compreender, onde e como alcançá-la:

O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos próprios olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida — e a vida se manifestou, e nós a vimos e dela damos testemunho, e anunciamos a vocês a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada —, o que vimos e ouvimos anunciamos também a vocês, para que também vocês tenham comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho, Jesus Cristo. E escrevemos estas coisas para que a nossa alegria seja completa.” (1João 1.1–4 NAA).

Podemos até achar que a nossa alegria está nas nossas atitudes de exageros, bebidas, satisfação sexual ou nas festas de confraternização que realizamos, mas estas, como lemos no texto, não é a nossa fonte de alegria que nos concede plenitude de vida. Temos alegria plena no conhecimento de Deus, o Pai, na comunhão que mantemos com Ele, com o Senhor Jesus e uns com os outros. É no conhecimento do Senhor e na comunhão entre os irmãos que desfrutaremos da verdadeira vida e da alegria completa.

Não há outro lugar e nem outra forma, somente desfrutamos da alegria completa à medida que conhecemos o Senhor, temos comunhão com Ele e uns com os outros, por andarmos na Sua vontade.

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