Buscando a zona de conforto

Podemos até pensar que somente nós é que não gostamos de mudanças, do incerto, mas até mesmo os discípulos que andaram com Jesus, depois de Sua morte e ressurreição e tendo falado com Ele, buscaram a zona de conforto que já atuavam, como podemos observar, voltando para o que sabiam fazer:

“Simão Pedro disse aos outros: — Vou pescar. Os outros responderam: — Nós também vamos com você. Foram e entraram no barco, mas, naquela noite, não pegaram nada. Ao romper o dia, Jesus estava na praia, mas os discípulos não reconheceram que era ele.” (João 21.3–4 NAA)

O Senhor os havia chamado para que fossem pescadores de homens. Eles caminharam com Ele por quase três anos, mas quando Ele morreu e até mesmo, depois de ter ressuscitado e a eles aparecido, não deixaram de buscar a zona que era para eles de segurança, fazer o que sabiam fazer, frente a tantas incertezas que provavelmente pairavam sobre suas mentes. Não somos diferentes deles e diante de incertezas e muitas dúvidas, buscamos a nossa zona de conforto, mesmo sabendo que devemos seguir em frente para o que somos chamados para fazer. Não podemos voltar, temos que continuar, ir em direção ao que Ele está nos chamando.

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