No muito falar, não seremos mais ouvidos

Foto por: Folco Masi em Unsplash

A oração, a nossa conversa com o Pai, é algo que devemos fazer com maturidade, expressando a nossa intimidade com Ele, como podemos observar o ensino de Jesus, no evangelho de Mateus, no capítulo seis, do versículo cinco ao oito:

E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.” (Mateus 6.5–8 RA).

Oramos para o Pai e com o Pai, para que possamos compreender a nós mesmos e o nosso grau de maturidade, e crescendo possamos conhecer mais ao Senhor e aprender a pedir de forma alinhada com a Sua vontade, expressando o entendimento de quem somos Nele. Não está no muito repetir, nem na insistência, o atendimento de nossas necessidades ou desejos, mas na consciência que Ele nos conhece, sabe do que precisamos e irá agir segundo o que for necessário para que sejamos maduros e O revelemos em todas as nossas ações, especialmente através de nossas orações.

Entendermos que não é no muito falar, na insistência de nossos pedidos, que seremos ouvidos, mas em aprendermos a pedir com maturidade, alinhados à vontade do Pai por compreendermos quem somos Nele.

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