A maldade escancarada

Imagem de Александр Пургин por Pixabay

O que podemos observar na atitude de Herodes é a maldade escancarada, pois tentando enganar os magos, vê os seus planos frustrados por causa da divina providência quanto ao Cristo, mas não deixamos de ver a sua maldade, a maldade humana, como podemos ler em Mateus, no capítulo dois, do versículo dezesseis ao dezoito.

Vendo-se iludido pelos magos, Herodes ficou muito furioso e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, conforme as informações que havia recebido dos magos a respeito do tempo em que a estrela havia aparecido. Então se cumpriu o que tinha sido dito por meio do profeta Jeremias: “Ouviu-se um clamor em Ramá, pranto e grande lamento; era Raquel chorando por seus filhos e inconsolável porque eles já não existem.”” (Mateus 2.16–18 NAA)

Herodes não agiu diferente da natureza humana, pois o que ele queria era preservar o seu legado, cuidar do seu reinado e na cabeça dele, tinha que proteger o seu reino, não importasse o tamanho da crueldade que fosse praticar. Podemos até pensar que agiríamos de forma diferente até estarmos na mesma situação e regidos pela natureza humana, pois não agiríamos de forma diferente.

Quando só cultivamos a natureza humana, não compreendemos a liberdade recebida, não agimos segundo a justiça e o amor de Deus, mas por nossa natureza, revelando a plena maldade humana.

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