Não dá para ser igual

Imagem de Hans por Pixabay

Se o que vivemos expressa a mesma natureza daqueles que afirmamos que não conhecem a Deus, então, revelamos que não entendemos nada e que não temos parte com Ele, como podemos observar o ensino do Senhor em Lucas, no capítulo seis, do versículo trinta e dois ao trinta e seis.

“— Se vocês amam aqueles que os amam, que recompensa terão? Porque até os pecadores amam aqueles que os amam. Se fizerem o bem aos que lhes fazem o bem, que recompensa terão? Até os pecadores fazem isso. E, se emprestam àqueles de quem esperam receber, que recompensa terão? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto. Vocês, porém, amem os seus inimigos, façam o bem e emprestem, sem esperar nada em troca; vocês terão uma grande recompensa e serão filhos do Altíssimo. Pois ele é bondoso até para os ingratos e maus. Sejam misericordiosos, como também é misericordioso o Pai de vocês.” (Lucas 6.32–36 NAA)

Não é fazendo as mesmas coisas, nem é revelando a maldade humana que manifestamos que somos de Deus, independente do que afirmarmos. Fomos chamados por Cristo para vivermos em novidade de vida, para compreendermos que morremos para a natureza humana para revelá-Lo ao mundo. Quando compreendemos quem somos, santificamos o nosso proceder, para andarmos segundo a mesma natureza de Cristo, pois fomos feitos à Sua imagem.

Revelamos que somos de Deus quando agimos como Cristo, fazendo as mesmas obras que Ele, não quando somos religiosos, pois podemos falar de Cristo, mas andar como aqueles a quem temos condenado, demonstrando que não entendemos nada e que não conhecemos o amor de Deus que temos que revelar.

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