O que é lícito fazer

Todo embate de Jesus com os religiosos tinha como propósito despertar neles a reflexão sobre as suas atitudes e o que consideravam importante diante de quem era Deus e o propósito que estava nas Escrituras, como podemos ler sobre a situação do homem com a mão ressequida em Lucas no capítulo seis, do versículo seis ao dez.

“Aconteceu que, em outro sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Estava ali um homem que tinha a mão direita ressequida. Os escribas e os fariseus observavam Jesus, procurando ver se ele faria uma cura no sábado, a fim de acharem de que o acusar. Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse ao homem da mão ressequida: — Levante-se e venha para o meio. E ele, levantando-se, ficou em pé. Então Jesus disse a eles: — Vou fazer uma pergunta a vocês: é lícito no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixar que se perca? Então Jesus, olhando para todos que estavam ao seu redor, disse ao homem: — Estenda a mão! Ele assim o fez, e a mão lhe foi restaurada.” (Lucas 6.6–10 NAA)

O que estava em jogo não era a questão de poder ou não fazer cura nos sábados, mas o propósito da vida, a razão de nossa existência, quem devemos revelar em nossas relações. Focamos nas aparências, regras, na tentativa de dominar e não entendemos que o mais importante não é querer impor às pessoas o que pensamos e entendemos, mas, revelarmos quem somos, expressarmos a misericórdia de Deus, manifestar compaixão diante da necessidade da ignorância das pessoas quanto às coisas espirituais, por isso, refletir sobre o que é lícito fazer, nos conduz à compreensão de que revelarmos as virtudes de nosso Deus é mais importante que qualquer outra regra que possamos imaginar.

Ouça a mensagem no agregador de PODCAST de tua preferência:

CASTBOX, SPOTFY, DEEZER ou GOOGLE