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Temos que compreender que a nossa salvação, reconciliação com o nosso Deus não se calca em nós e nem no nosso empenho, muito menos nos nossos resultados, mas Nele, como podemos ler o que está em Apocalipse, capítulo sete, versículos nove e dez.
“Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestes brancas, com ramos de palmeira nas mãos. E clamavam com voz forte, dizendo: “Ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.”” (Apocalipse 7.9–10 NAA)
Recebemos a salvação, a nossa reconciliação com o Criador, não porque merecemos, mas por causa da Sua graça e porque Ele se moveu em nossa direção e favor, para que O conhecêssemos e a Ele nos submetêssemos. Não se trata de viver esta salvação de qualquer maneira, mas fundamentada no que as Escrituras revelam, pois tendo entendimento de que fomos reconciliados, não podemos viver de qualquer maneira, muito menos sujeitos à vontade da natureza humana. Devemos rejeitar as obras das trevas, sermos imitadores de Cristo e em todas as nossas relações, revelar as virtudes Daquele que nos tirou das trevas e nos levou para o Seu reino.
A Salvação pertence ao nosso Deus, não é mérito nosso, nem obra nossa, mas exclusivamente do Pai em nosso favor que revelou o Seu amor em Cristo Jesus que se fez oferta em nosso favor, para que reconciliados com Deus, pudéssemos andar na Sua vontade, revelando a glória do Pai.
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