A ressurreição não é o fim da história — É o começo

Imagem de Lorraine Cormier por Pixabay

Porque a vitória de Cristo redefine nossa vida hoje e nossa esperança eterna

Em 1 Coríntios 15.20–34, o apóstolo Paulo trata da ressurreição como uma realidade já inaugurada em Cristo e que será plenamente consumada em nós. Cristo é apresentado como as primícias: Ele ressuscitou primeiro e garante que todos os que são Seus também ressuscitarão ou terão o corpo transformado. No versículo 20, Paulo deixa claro que a ressurreição de Cristo é central e é a base segura da nossa esperança.

“Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.” (1Coríntios 15.20 NAA)

Adão, por sua desobediência, trouxe culpa, morte e condenação para toda a humanidade. Cristo, por Sua perfeita obediência, trouxe vida, justificação e ressurreição. Em Adão, herdamos a morte; em Cristo, recebemos a vida. Ele já ressuscitou, e todos os que pertencem a Ele também ressuscitarão. Assim, o Reino de Deus já foi inaugurado, mas ainda aguarda sua plena consumação. Cristo reina, e o último inimigo a ser vencido é a morte. Quando isso acontecer, Ele entregará tudo ao Pai.

Diante desse plano perfeito, entendemos a importância da santificação. Vivemos para a glória de Deus, como participantes do Seu Reino e herdeiros de Suas promessas. Nossas vidas revelam essa esperança.

Quando cremos nessa verdade, a morte deixa de ser uma derrota final. Cristo já venceu. Por isso, vivemos o presente à luz da eternidade, fazendo escolhas guiadas pela certeza da ressurreição. Não vivemos para prazeres passageiros, mas para aquilo que é eterno. As dores, lutas e sofrimentos fazem parte desta vida e são instrumentos que Deus usa para nos aperfeiçoar. Diante disso, somos chamados a viver em santidade e fidelidade à vontade do Pai.

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