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A nossa medida deve ser Cristo e não nossa arrogância e devemos ser consistentes entre o que falamos e como vivemos, como podemos ler sobre o que Paulo escreveu aos Coríntios na sua segunda carta, no capítulo dez, versículos onze e doze.
“Que tal pessoa leve em conta o seguinte: o que somos na palavra por cartas, estando ausentes, seremos também em ações, quando presentes. Porque não ousamos nos classificar ou comparar com alguns que louvam a si mesmos. Mas eles, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, revelam falta de entendimento.”
(2Coríntios 10.11–12 NAA)
Não podemos ter dúvidas quanto à forma de agir, pois não se trata do que falamos, mas do quanto somos consistentes entre o que afirmamos e a forma como vivemos, se revelamos autoridade ou hipocrisia. Temos que entender que não somos chamados para sermos religiosos, mas para revelar o Pai ao mundo, como imitadores de Cristo. Para sermos Seus imitadores, devemos compreender a obra de Deus e a maneira como vivemos as relações para que Cristo seja visto em nós.
Temos que ser coerentes ao revelar o evangelho, pois não se trata do que falamos somente, mas de expressarmos em atitudes, em nossos relacionamentos, o conhecimento do Pai e a compreensão da Sua vontade, caminhando em direção a maturidade, para sermos plenos de Cristo.
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