Foto de Jonny Gios na Unsplash
Temos no caso da viagem de Paulo, um momento em que toda esperança de salvação, de escaparem da situação se dissipa e deixam que o navio seja levado, como podemos ler em Atos vinte e sete, versículo vinte:
“E, não aparecendo, havia já alguns dias, nem sol nem estrelas, caindo sobre nós grande tempestade, dissipou-se, afinal, toda a esperança de salvamento.”
(Atos dos Apóstolos 27.20 NAA)
Quando chegamos no limite e não vemos mais esperança, traduz que não temos o conhecimento de Deus como precisamos. Devíamos viver neste estado o tempo todo quanto a qualquer expectativa em relação ao mundo. Não existe esperança fora do Criador e Sua obra. Temos e precisamos aprender a colocar toda a nossa dependência em nosso Deus, conscientes que não há nada que possamos fazer que não esperar Nele: o autor da vida.
Quando a esperança acaba, quando não temos mais o que fazer, como foi na situação do navio. É o momento que devemos conhecer a Deus, o Pai, aprender a confiar Nele e a descansar. Não podemos viver pelo que vemos, nem colocarmos qualquer esperança no mundo, pois este jaz no maligno e não existe nada que possamos fazer para mudá-lo, mas devemos ser sal da terra e a luz neste mundo, andando na justiça, praticando a verdade e revelando o Pai a todos.
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