A honra de enfrentar as circunstâncias

Foto de NEOM na Unsplash

Que possamos como Paulo, enfrentar as circunstâncias da vida e o que não controlamos, tendo consciência do nosso papel e responsabilidade, pois precisamos revelar a autoridade do alto, sermos imitadores de Cristo e sabermos que independente do que passamos, temos que revelar o nosso Deus e cumprir a Sua vontade, como lemos em Atos vinte e seis, do versículo quatro ao oito:

“— Quanto à minha vida, desde a mocidade, como decorreu desde o princípio entre o meu povo e em Jerusalém, todos os judeus a conhecem; pois, na verdade, eu era conhecido deles desde o princípio, se assim o quiserem testemunhar, porque, na condição de fariseu, vivi conforme o partido mais rigoroso da nossa religião. E agora estou sendo julgado por causa da esperança da promessa feita por Deus aos nossos pais, a qual as nossas doze tribos, servindo a Deus fervorosamente, noite e dia, almejam alcançar. É por causa dessa esperança, ó rei, que eu sou acusado pelos judeus. Por que se julga incrível entre vocês que Deus ressuscite os mortos?”

(Atos dos Apóstolos 26.4–8 NAA)

Quando compreendemos que estamos aqui com nossas lutas, problemas e dificuldades, livres ou em prisões por causa do evangelho, devemos em todos estes momentos anuncia-lo e a salvação por meio de Cristo a todas as pessoas, pois não temos outra mensagem, nem outra responsabilidade. Temos que falar da esperança do evangelho, revelar as virtudes de Deus, pois é assim que O servimos, quando compreendemos que é a única maneira de vivermos plenamente a vontade do Pai.

Temos que revelar a honra de enfrentarmos as situações e as circunstâncias da vida, não pela perspectiva natural, mas como filhos de Deus, imitadores de Cristo que compreendem que quanto mais revelarmos o reino, mais perseguições padeceremos.

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