As promessas são imutáveis

Foto de Karl Paul Baldacchino na Unsplash

Não podemos duvidar das promessas, pois se o Senhor confirmou até com juramento, elas são imutáveis. Assim como foi com Abraão, é conosco quanto ao que Ele tem para nós, como podemos ler na carta aos Hebreus, no capítulo seis, do versículo treze ao dezessete:

“Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo, dizendo: “Certamente eu o abençoarei e multiplicarei os seus descendentes.” E assim, depois de esperar com paciência, Abraão obteve a promessa. Porque as pessoas juram pelo que lhes é superior, e o juramento, servindo de garantia, põe fim a toda discussão. Por isso, Deus, quando quis mostrar com mais clareza aos herdeiros da promessa que o seu propósito era imutável, confirmou-o com um juramento.” (Hebreus 6.13–17 NAA)

Quando olhamos as promessas feitas, quanto ao que temos Nele, se não tomamos posse é porque temos falhado no entendimento e na jornada. As Suas promessas não falam das coisas deste mundo, mas do que é eterno, da plenitude de vida, da paz abundante, de sermos cheios como ser humano, por isso quando vivemos uma vida medíocre, a correr atrás das coisas desta vida, revelamos a nossa imaturidade e falta de entendimento. Somos chamados para sermos o ser humano pleno que Ele planejou, expressando por meio de nossas ações, o reino de Deus e revelando o Seu amor ao mundo.

As promessas de Deus são imutáveis e estão disponíveis. Como filhos, devemos correr para tomar posse, deixando as coisas deste mundo e buscando o conhecimento e entendimento do que é eterno para nos tornarmos imitadores de Cristo expressando a plenitude de vida que Ele nos oferece.

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