Uma questão de onde estamos

Não se trata de religiosidade, mas de expressarmos onde estamos e revelarmos a justiça de Deus e o Seu amor, sendo luz, para que o mundo nos odeie.

“— Se o mundo odeia vocês, saibam que, antes de odiar vocês, odiou a mim. Se vocês fossem do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas vocês não são do mundo — pelo contrário, eu dele os escolhi — e, por isso, o mundo odeia vocês.” (João 15.18–19 NAA)

Temos que entender que não se trata de uma postura religiosa, pois não é isso que Deus nos chama para fazer e nem para vivermos. Não somos chamados para sermos odiados por causa de nossa arrogância ou por querermos impor aos outros o que não fazemos. Cristo nos tirou do mundo, nos escolheu e nos transportou para o Seu reino, para revelarmos e proclamarmos as virtudes de Deus, para manifestarmos a Sua justiça, andando na verdade, contrariando a maneira de pensar do mundo. Cairemos na graça do povo, mas quanto aos religiosos que insistem na maneira de pensar do mundo, irão nos odiar.