Na cegueira, fazemos o que não devemos

foto por: Elisa Ph. em Unsplash

Temos em Atos o testemunho de Paulo sobre a sua cegueira e devoção religiosa ao ponto de perseguir o Messias que ele tanto esperava, como podemos ler em Atos, no capítulo vinte e dois, do versículo seis ao oito:

Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim. Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Perguntei: quem és tu, Senhor? Ao que me respondeu: Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues.” (Atos dos Apóstolos 22.6–8 RA)

Nossa devoção religiosa nos impede de enxergarmos a realidade e sempre nos posicionamos de maneira contrária ao que seja a vontade de Deus. Não perseguimos literalmente a Igreja como Paulo fez, mas na nossa devoção à religião, nos esquecemos que o propósito de vida que temos é um só: revelar a glória de Deus ao mundo, andando segundo os valores eternos do reino na verdade, praticando a justiça. Quando assim fazemos, manifestamos as virtudes de nosso Deus e revelamos a Sua salvação por meio de Cristo.

Na cegueira, fazemos o que não devemos, pois nos focamos na nossa devoção religiosa e nos esquecemos do papel que temos neste mundo que implica em revelarmos o nosso Deus, sendo imitadores de Cristo, andando na verdade e praticando a justiça.

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