Não podemos, nem devemos pensar na possibilidade de que ao fazer está a recompensa de Deus, não somos salvos pelo que fazemos, mas pela graça de Deus e é nela que devemos permanecer para não nos submetermos novamente à escravidão, como Paulo nos ensina na carta aos Gálatas no capítulo dois, do versículo três ao cinco.
“Mas, nem mesmo Tito, que estava comigo, sendo grego, foi obrigado a submeter-se à circuncisão. E isto surgiu por causa dos falsos irmãos que se haviam infiltrado para espreitar a liberdade que temos em Cristo Jesus e nos reduzir à escravidão. A esses não nos submetemos por um instante sequer, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vocês.” (Gálatas 2.3–5 NAA)
A vida eterna que temos e recebemos de Deus não é resultante do que fazemos, nem de obras ou rituais que possamos nos submeter. A nossa salvação e reconciliação com Deus é decorrente da Sua graça. Quando agimos segundo a expectativa que depende de nós ou do que venhamos a fazer, estamos destruindo tudo que Deus fez e o que aprendemos, pois estamos agindo segundo a nossa maneira de pensar e não fundamentados na graça e nem no amor de Deus.
Não podemos, nem devemos nos submeter a qualquer tipo de escravidão que nos leve a pensar sob a perspectiva de que a nossa vida com Deus depende dos rituais, do resultado, do que fazemos ou mesmo de obras que realizamos, pois não se trata disso, mas única e exclusivamente da Sua graça em nosso favor, do amor de Cristo revelado na cruz e que mediante a Sua oferta, somos reconciliados com o Pai e feitos um novo ser, capacitados para revelar a Sua glória.
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