Entre a prática e a religiosidade

Foto de Joshua Woroniecki na Unsplash

A palavra de Deus não é sobre algo que devemos saber e falar sobre, mas se trata de conhecermos, compreendermos para vivermos segundo o que aprendemos, como está na carta de Tiago, no capítulo um, do versículo vinte e dois ao vinte e cinco.

“Sejam praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando a vocês mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se àquele que contempla o seu rosto natural num espelho; pois contempla a si mesmo, se retira e logo esquece como era a sua aparência. Mas aquele que atenta bem para a lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte que logo se esquece, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” (Tiago 1.22–25 NAA)

Sermos felizes, bem-aventurados, não está no fato da nossa religiosidade e nem no quanto conhecemos as Escrituras teoricamente, mas no quanto ela se torna prática em nossas vidas. Nela encontramos e conhecemos sobre a vontade de Deus e o Seu plano para nós. Ao compreendermos e aceitarmos por fé, nos movemos na direção que ela afirma, crendo. Assim a palavra deixa de ser algo somente teórico e religioso e passa a ser instrumento que nos conduz à expressão plena da vontade de Deus, sendo algo prático e não somente religiosidade.

Não temos como viver o reino de Deus somente na teoria, conhecendo sobre as Escrituras, decorando-a, pois não se trata disso. Esta palavra tem que gerar em nós entendimento, aceitarmos por fé, nos submetermos e caminharmos em direção ao que ela afirma, para que a nossa religião seja algo prático que revela o amor de Deus no mundo.

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