Não tem como afirmarmos que temos comunhão com Deus, se permanecemos na prática das obras da carne, pois não dá para andarmos na carne e termos comunhão uns com os outros. Somente teremos comunhão uns com os outros quando tivermos com o Pai e o Filho, como João nos ensina em sua primeira carta, no capítulo um, do versículo cinco ao sete.
“A mensagem que dele ouvimos e que anunciamos a vocês é esta: Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1João 1.5-7 NAA)
Se não estamos caminhando para a santificação, se não temos abandonado as obras das trevas, se não temos deixado de andar segundo a carne, santificando o nosso proceder, não tem como afirmamos que estamos em Deus. Se não estamos Nele, se não caminhamos para a maturidade, para o revelar de Cristo, expressamos que não temos compromisso com o Reino e nem com o Pai. Se assim não estamos fazendo, então não temos como manter comunhão uns com os outros, pois só mantemos comunhão uns com os outros, quando abandonamos o agir das trevas e estabelecemos as relações fundamentadas no amor de Cristo, em sermos oferta.
Por isso, devemos nos perguntar: e aí, como nos posicionamos? Iremos caminhar em direção à luz, santificando nosso proceder, abandonando as obras das trevas, para que a comunhão com o Pai se revele através das nossas atitudes nas relações? Temos que nos comprometer com o Pai e Sua vontade, para revelarmos Cristo em nós e assim, possamos manter comunhão uns com os outros.
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