Quando observamos as atitudes dos discípulos, depois da ressurreição do Senhor, podemos observar que não fizeram nada diferente do que faríamos, como podemos ler em João, no capítulo vinte e um, versículos dois e três.
“Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e mais dois discípulos de Jesus. Simão Pedro disse aos outros: — Vou pescar. Os outros responderam: — Nós também vamos com você. Foram e entraram no barco, mas, naquela noite, não pegaram nada.” (João 21.2–3 NAA)
O Senhor tinha ressuscitado, caminhado três anos com eles, mas o que aprenderam? Muitas coisas? O que entenderam? Quase nada! Assim como eles, normalmente, por não entendermos o nosso papel e responsabilidade, buscamos a zona de conforto, voltando para o que sabemos fazer ou para o que fizemos a vida inteira e não nos colocamos na direção do que Deus nos chama. Os desafios são grandes, a mudança de paradigma é significativa, a maneira de viver completamente diferente, por isso precisamos: do Espírito que recebemos no novo nascimento; do entendimento das Escrituras para podermos amadurecer e crescermos na fé; da Oração, para conhecermos o Senhor e da disposição de ir em frente, mesmo que seja um lançar no escuro, mas podemos ter a certeza que o Senhor está conosco.
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