Tristeza para o arrependimento

Imagem de Ingo Jakubke por Pixabay

Quando temos consciência do pecado, por compreendermos quem somos, somos conduzidos ao arrependimento para que a vida do Criador se revele em nós, pois há mudança no processo de entendimento. Paulo fala sobre a questão da tristeza que produz arrependimento e da que produz morte, como podemos ler na sua segunda carta aos Coríntios, no capítulo sete, versículos nove e dez.

“Mas agora me alegro, não porque vocês ficaram tristes, mas porque essa tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês foram entristecidos segundo Deus, para que, de nossa parte, não sofressem nenhum dano. Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte.”

(2Coríntios 7.9–10 NAA)

Tendo o entendimento sobre quem somos em nosso Deus, quando somos confrontados quanto ao pecado, nós nos arrependemos e mudamos de atitude frente ao que seja a vontade de Deus e buscamos o conhecimento e compreensão da Sua vontade, para caminharmos em direção a plena expressão do Seu querer. Não somos do mundo, somos de Deus, Seu Santuário, por isso, quando confrontados, devemos nos arrependermos e nos voltarmos na direção da vontade do Pai, diferente do mundo, pois quando confrontados, não há o arrependimento, mas a tristeza de ter sido descoberto e o desejo de querer reparar o dano, levando a um abismo maior e à morte.

Como filhos de Deus, santuário e local de Sua habitação, não podemos permanecer nas trevas, andando em pecado, mas, quando confrontados, nos arrependermos e nos voltarmos em direção a vontade do Senhor e não no desejo de querer reparar o dano, agindo como tantos, transferindo a responsabilidade do pecado para outros.

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