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Deus não é o Deus de qualquer um, mas, dos vivos segundo o que planejou e que Jesus falou quando O questionaram sobre a ressurreição dos mortos, como podemos ler em Marcos, no capítulo doze, do versículo vinte e três ao vinte e sete.
“Na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de qual deles ela será a esposa? Porque os sete casaram com ela. Jesus respondeu: — Será que o erro de vocês não está no fato de não conhecerem as Escrituras nem o poder de Deus? Pois, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos nos céus. Quanto aos mortos, que eles de fato ressuscitam, vocês nunca leram no Livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó”? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Vocês estão completamente enganados.”
(Marcos 12.23–27 NAA)
Quando vemos o questionamento que os religiosos fizeram, podemos até pensar que seja legítimo, mas revela algo muito mais profundo, pois não se trata de questionar pelo que pensamos, o que aparenta ser incoerência na bíblia, revela a falta de conhecimento e compreensão quanto ao que ela fala. As Escrituras existem para nos trazer entendimento, para que compreendamos a vontade de Deus, mas precisamos buscá-lo na convicção que dependemos inteiramente para compreender, pois o que eles revelaram foi falta de entendimento e conhecimento das Escrituras para poderem julgar corretamente. Sabendo disso, não podemos viver de qualquer maneira confiando que o que nos falam ou se o entendimento que temos está correto, mas temos que aprender a julgar tudo à luz do que fala a palavra.
Talvez para nós, na nossa ignorância possa parecer uma dúvida legítima muitas situações que temos, mas simplesmente revela a nossa falta de conhecimento e compreensão do que Deus nos fala através da Sua palavra.
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