O banquete que estamos interessados

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Temos de Deus uma oferta, um verdadeiro banquete a ser desfrutado, mas de fato o desejamos ou temos colocado o nosso coração em outras coisas, como podemos ler na estória que Jesus conta em Lucas, no capítulo quatorze, do versículo quinze ao vinte:

“Ao ouvir tais palavras, um dos que estavam à mesa com Jesus lhe disse: — Bem-aventurado aquele que participar do banquete no Reino de Deus. Jesus, porém, respondeu: — Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos. À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: “Venham, porque tudo já está preparado.” Mas todos eles, um por um, começaram a apresentar desculpas. O primeiro disse: “Comprei um campo e preciso ir vê-lo; peço que me desculpe.” Outro disse: “Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; peço que me desculpe.” E outro disse: “Casei-me e, por isso, não posso ir.”” (Lucas 14.15–20 NAA)

Quando não compreendemos o que nos é oferecido pela graça ou ainda pensamos que se trata de religião ou mesmo quando nos voltamos, pensando que são regras, estamos de fato rejeitando o convite que Deus nos oferece por meio de Cristo, estamos cegos e sem entendimento. Diante da oferta de participar do Seu reino, damos desculpas que traduzem a nossa falta de entendimento e rejeitamos o que Ele nos chama para vivermos.

Não revelamos interesse no banquete que Deus nos chama para desfrutarmos, preferimos as coisas desta vida, a busca de nossas realizações e sonhos, não a vivermos a realidade eterna que podemos desfrutar por meio de Cristo. Preferimos a escravidão das trevas à liberdade na luz que nos é oferecida por meio de Cristo.

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