A convicção que todo suprir é de Deus

foto por: Ryan Ancill em Unsplash

Temos na multiplicação dos pães a oportunidade para compreender que não podemos fazer a obra de Deus, fundamentando nas limitações de recursos, mas na convicção de que Ele provê tudo.

Então Jesus, erguendo os olhos e vendo que uma grande multidão se aproximava, disse a Filipe: — Onde compraremos pão para lhes dar de comer? Mas Jesus dizia isto para testá-lo, porque sabia o que estava para fazer. Filipe respondeu: — Nem mesmo duzentos denários de pão seriam suficientes para que cada um recebesse um pedaço.” (João 6.5–7 NAA)

Quando é de Deus, Sua vontade e não de nossa mente e desejos, toda obra que temos que fazer, Ele irá prover à medida que caminhamos ao cumprir o Seu querer, os recursos que são necessários para fazer o que Ele deseja. Assim como foi para atravessar o mar, quando Moisés ora a Deus, e a única coisa que ele é instruído a fazer é caminhar, colocar os pés nas águas. Assim também precisamos agir. Se temos a convicção que é da vontade do Pai, precisamos nos mover nesta direção e à medida que caminhamos, os recursos e pessoas necessárias serão disponibilizadas pelo Senhor.

Não podemos agir segundo a nossa vontade e nem ficarmos parados quando Deus nos chama para fazer algo, pois devemos agir dentro do mesmo fundamento que Cristo demonstrou aos discípulos que o sobrenatural acontece quando é do querer do Pai.

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