Uma pessoa justa

foto por: Matt Hanns Schroeter em Unsplash

No evangelho de Mateus, podemos observar a atitude de uma pessoa justa diante do Criador, como é o exemplo de José no processo do nascimento do Messias, como podemos ler no capítulo um, do versículo dezoito ao vinte e um:

Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente. Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.” (Mateus 1.18–21 RA).

Expressamos a atitude de justo quando, identificamos que algo não está alinhado com o conhecimento que temos, não age no sentido de difamar o outro, mas, com prudência. E revelamos justiça, como no caso de José: ouvimos o que Deus tem para nos dizer e nós nos submetemos à Sua vontade. Ele poderia não acreditar em nada que tinha ouvido em sonhos e não ter obedecido, mas ele revelou ser justo por confiar naquilo que o Senhor lhe falava por meio do anjo em sonho.

Revelamos o compromisso com o Pai e Sua vontade quando agimos segundo os valores do reino, expressando que somos pessoas justas e que andam no temor do Senhor.

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