Compaixão pelos que não enxergam

Precisamos separar o homem espiritual do natural. O natural anda segundo os desejos do seu coração. O outro, o espiritual, por ter sido criado em Deus, precisa compreender quem Ele é, Sua vontade, Sua natureza, Sua obra em nossa vida e andar sendo Seu imitador.

O homem espiritual, por ter nascido de Deus, precisa imitar a Ele em Suas obras. Podemos ler sobre um exemplo de Jesus, com relação a cidade de Jerusalém, como está em Lucas dezenove, do versículo quarenta e um ao quarenta e quatro: “Quando Jesus chegou perto de Jerusalém e viu a cidade, chorou com pena dela  e disse: — Ah! Jerusalém! Se hoje mesmo você soubesse o que é preciso para conseguir a paz! Mas agora você não pode ver isso.  Pois chegarão os dias em que os inimigos vão cercá-la com rampas de ataque, e vão rodeá-la, e apertá-la de todos os lados.  Eles destruirão completamente você e todos os seus moradores. Não ficará uma pedra em cima da outra, porque você não reconheceu o tempo em que Deus veio para salvá-la. ” (Lucas 19:41-44, NTLHE).

Será que amamos a nossa cidade como o Senhor Jesus? Será que amamos as pessoas que nelas vivem e somos capazes de nos oferecer em favor dessas vidas? Será que vivemos o evangelho como é da vontade de Deus, oferecendo nos em favor das pessoas, sendo luz, sendo instrumento para revelação da natureza do Pai?

Precisamos compreender que fomos salvos, não para buscar os nossos interesses, nem para salvar a nós mesmos, mas para sermos instrumentos de salvação das pessoas, no nosso bairro, na nossa cidade, na nossa nação. Somos a oferta viva em favor das pessoas para que conheçam o evangelho. Precisamos entender que isto é o verdadeiro evangelho do Reino de Deus.

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