Para que as obras revelem justiça

foto por: Samuel Giacomelli em Unsplash

Temos e precisamos compreender que as nossas obras, o que fazemos, revelam quem somos e como temos entendido a vontade de Deus e sob qual perspectiva andamos, pois se as nossas obras falam de nossa natureza humana, implica que não a temos rejeitado, mas se as que praticamos, manifestam a Sua justiça, então temos nos empenhado em conhecê-Lo para revelá-Lo ao mundo.

Sobre esta questão de obras que revelam o mal ou o bem que está em nós, Jesus falou em João, no capítulo três, do versículo dezoito ao vinte e um: “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus.” (João 3.18–21, BEARA).

Quando andamos na luz, como Ele está, temos o nosso entendimento iluminado, caminhamos rumo a maturidade, a expressão da plenitude de Cristo em nós, fazendo as obras que glorificam o Seu nome e que revelam o Pai, pois andamos não pelos nossos desejos e vontade, mas, rejeitando o pensamento natural, negando a nós mesmos, tomando a nossa cruz e andando segundo o modelo de Cristo.

Temos que entender que não existe meio termo: ou somos religiosos e andamos segundo o pensamento natural ou somos filhos e andamos como servos da justiça, praticando obras que revelam o Pai ao mundo.

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