O revelar do amor de Deus

O revelar do amor de Deus

foto por: Dmitriy Frantsev em Unsplash

Estamos muitas vezes equivocados quanto ao que seja o amor que devemos revelar ao mundo, pois pensamos na perspectiva de gostar muito e ter os nossos desejos atendidos e não na perspectiva eterna, segundo o amor que Cristo revelou. Quando pensamos no sentido de fazer para quem gosta de nós ou atende aos nossos desejos, estamos sendo crianças, imaturos e revelamos que andamos na carne e não pelo pensamento e valores eternos que recebemos por meio do Espírito.

Paulo escrevendo aos irmãos de Corinto, afirma na sua primeira carta, no capítulo treze, versículo quatro ao sete, sobre o que é o amor de Deus: “Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência.” (1Coríntios 13.4–7, NTLHE).

Se as nossas atitudes, ações e reações com as pessoas, independente de quem são, do que nos façam, não traduz este amor, ainda não compreendemos o que recebemos e o que o Espírito derramou abundantemente em nossas vidas, para andarmos neste mundo como filhos de Deus. Temos que compreender que somos novas criaturas, que recebemos da vida e natureza de nosso Deus, que fomos capacitados, por meio da obra de Cristo, que nos libertou para não andarmos mais debaixo do pecado, mas em novidade de vida, revelando o nosso Deus ao mundo.

Amar não se trata de sentimento, de fazer porque gostamos, mas do entendimento espiritual que somos como Cristo e que devemos amar como Ele e sermos oferta em favor das pessoas para que possam crescer, amadurecer e expressar Cristo em Suas ações.