Para quem fazemos

Imagem de Wolfgang Weiser por Pixabay

Tudo no reino segue uma perspectiva diferente, pois não se trata de mostrar para os outros o que fazemos, mas fazermos para o Pai e para expressão da Sua glória e entendimento de quem somos Nele, como podemos observar as palavras do Senhor em Mateus, no capítulo seis, do versículo dois ao quatro.

“— Quando, pois, você der esmola, não fique tocando trombeta nas sinagogas e nas ruas, como fazem os hipócritas, para serem elogiados pelos outros. Em verdade lhes digo que eles já receberam a sua recompensa. Mas, ao dar esmola, que a sua mão esquerda ignore o que a mão direita está fazendo, para que a sua esmola fique em secreto. E o seu Pai, que vê em secreto, lhe dará a recompensa.” (Mateus 6.2–4 NAA)

O propósito é um só: revelarmos a natureza de nosso Deus, sendo Seus imitadores. Não fazemos para receber glória, nem para sermos elogiados, mas para expressarmos o Pai, glorificarmos o Seu nome, revelarmos o Seu coração às pessoas. Somos chamados para manifestar as Suas virtudes, não a nós mesmos. Tudo que fizermos, devemos fazer para o Senhor, não na expectativa de recebermos o reconhecimento das pessoas, mas para que vejam o Pai através de nossas vidas, nas ações e reações que manifestamos.

Temos que entender para quem fazemos as coisas, pois não se trata das pessoas e nem de recebermos glória, mas de fazermos para o Pai, como expressão do conhecimento que temos e para que Ele seja glorificado em todas as nossas ações e reações com as pessoas. Somos do Senhor, para agirmos como Cristo, enchendo a terra com o conhecimento da glória do Pai.

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