Não queremos abandonar o velho

Imagem de Fabien – Pixabay Ambassador por Pixabay

Enquanto insistirmos na prática de regras, na mistura de rituais que nos agradam, tentando manter o que sempre aprendemos e que nos gera conforto e sensação de estabilidade não experimentaremos o melhor do evangelho anunciado por Cristo, como podemos observar na parábola dos odres, quando Jesus afirma que as pessoas preferem o velho, como podemos ler em Lucas, no capítulo cinco, versículo trinta e nove.

“E ninguém, tendo bebido o vinho velho, prefere o novo, porque diz: “O velho é excelente.”” (Lucas 5.39 NAA)

Queremos manter o velho, não simplesmente porque é bom, mas porque gera conforto, sensação de segurança e estabilidade. Não gostamos de mudanças. Mas, se desejamos conhecer plenamente o evangelho, experimentar da verdadeira liberdade e desfrutar da plenitude de vida, não podemos trazer os penduricalhos da nossa religiosidade, que pode nos dar sensação de segurança, mas nos impedem de desfrutar da verdadeira plenitude de vida que podemos ter em Cristo.

Não queremos abandonar o velho, mas não temos consciência que os rituais e regras de nossa religiosidade nos impedem de desfrutar da plenitude de vida que nos é oferecida por Cristo, pois nos prendemos a aparência e não na essência de como devemos viver. Temos que abandonar tudo, para podermos conhecer o novo, o que Cristo nos oferece por meio da Sua oferta que revela o amor do Pai.

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