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Sabendo que somos de Deus, feitos um novo ser, que somos para a Sua glória, membros da Sua família, devemos nos sujeitar à vontade do Pai, andarmos de modo digno do evangelho e manifestamos nas nossas relações o mesmo amor que Cristo dedicou a nós, como Paulo nos instrui em como devemos viver, segundo o que está na carta aos Filipenses, no capítulo dois, do versículo um ao quatro.
“Portanto, se existe alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há profundo afeto e sentimento de compaixão, então completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor e sendo unidos de alma e mente. Não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo, não tendo em vista somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros.” (Filipenses 2.1–4 NAA)
As nossas relações, a forma como vivemos e convivemos uns com os outros, devem se fundamentar no mesmo sentimento de Cristo, devemos nos esvaziar de nós mesmos, compreendermos que fomos chamados para vivermos a vontade do Pai, para revelarmos a Sua glória, andarmos no Seu amor. Tendo este entendimento, não buscamos os nossos interesses, mas o de muitos para que, conhecendo a vontade do Pai por meio das nossas vidas, possam não só caminhar em direção a maturidade e a plena estatura de Cristo, mas sermos de Deus a Sua oferta em favor do mundo, para que todos conheçam Sua vontade e salvação.
Não somos chamados para viver de forma diferente de andarmos de modo digno do evangelho e compreendermos que temos que ser imitadores de Deus, que como filhos, devemos agir como Cristo, sendo Seus imitadores, andando em amor e revelando a glória do Pai no mundo.
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