Não ter outra expectativa

Imagem de Joe por Pixabay

Colheremos o que plantarmos, por isso não podemos ter outra expectativa. Quando vivemos na carne, revelando os seus frutos, colheremos o que não é do Espírito, mas se temos a consciência que nascemos de novo, que somos coparticipantes da natureza divina, devemos plantar nas relações o que é do Espírito e assim, colheremos a vida eterna e não a morte, como podemos ler na carta aos Gálatas, no capítulo seis, versículos sete e oito.

“Não se enganem: de Deus não se zomba. Pois aquilo que a pessoa semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua própria carne, da carne colherá corrupção; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna.” (Gálatas 6.7–8 NAA)

Por que pensarmos que podemos colher da vida eterna se a maneira como vivemos revela os frutos da carne e não do Espírito? A maneira como vivemos e nos relacionamos demonstra o nosso compromisso e entendimento da obra que Deus fez em nosso favor por meio da oferta de Cristo. Pois com Ele morremos e ressuscitamos para andarmos em novidade de vida, segundo o Espírito, não mais na carne. Morremos para o mundo, fomos crucificados, não para estabelecermos as nossas relações segundo os nossos interesses e vontade, mas para manifestarmos a lei de Cristo, revelando o amor do Pai, sendo como Ele, oferta em favor de todos para que O conheçam e a Sua salvação.

Quando andamos na carne, não podemos ter a expectativa que colheremos a vida eterna, pois o que manifestamos é do mundo, mas quando temos a consciência que nascemos de novo, que fomos libertos, que não precisamos nos submeter ao jugo da carne e nem da religiosidade, mas que podemos viver a liberdade de Cristo, fazendo de nossas vidas oferta em favor do mundo para que conheçam do amor do Pai, então, o resultado disto é colhermos a vida eterna.

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