Não por nossas obras de justiça

Foto de Agata Ciosek na Unsplash

A nossa justificação, reconciliação, nos fazer herdeiros da vida eterna não é mediante o nosso esforço, mas, obra de Deus em nosso favor, para que abandonando as obras das trevas, vivamos na Sua vontade, como podemos ler em Tito, no capítulo três, do versículo dois ao sete.

“Que não difamem ninguém. Que sejam pacíficos, cordiais, dando provas de toda cortesia para com todos. Pois nós também, no passado, éramos insensatos, desobedientes, desgarrados, escravos de todo tipo de paixões e prazeres, vivendo em maldade e inveja, sendo odiados e odiando-nos uns aos outros. Mas quando se manifestou a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor por todos, ele nos salvou, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo a sua misericórdia. Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.” (Tito 3.2–7 NAA)

Nossa reconciliação com Deus não tem sequer uma pequena parte do nosso esforço, pois não há nada que pudéssemos fazer, tudo provém de nosso Deus pela graça, por meio da oferta de Cristo constituído Senhor e Salvador, para andarmos na presença de nosso Deus, abandonando toda obra das trevas como Ele nos recomenda, pois só assim, praticando as obras de justiça é que revelaremos o que recebemos do Senhor e que aguardamos a vida eterna prometida por Ele.

Não é por nossas obras de justiça que seremos salvos, reconciliados, feitos um novo ser para andar na presença de Deus, praticando obras que revelam a Sua glória e nos despindo de toda obra das trevas, cientes que tudo é feito mediante o realizar de nosso Deus que não tem nada que provém de nós ou do nosso esforço

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