Assim como Paulo, mesmo que tenhamos o direito de ordenar, devemos aprender a pedir em nome do amor que temos que revelar da parte de nosso Deus, como podemos ler na carta a Filemom do versículo oito ao onze.
“Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para ordenar a você o que convém ser feito, prefiro, no entanto, pedir em nome do amor, sendo o que sou, Paulo, o velho, e agora também prisioneiro de Cristo Jesus. Faço um pedido em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas. Antes, ele era inútil para você; atualmente, porém, é útil, para você e para mim.” (Filemom 8–11 NAA)
Precisamos aprender a pedir em nome do amor. Temos que fundamentar as nossas relações não no ponto de vista de ter direito, mas na expressão de oferta e de amor que somos chamados para revelar. O amor constrange mais que qualquer outra atitude e revela a nossa maturidade, entendimento e conhecimento de nosso Deus e Pai. Não podemos fundamentar as nossas relações nos nossos direitos, mas na expressão do amor de Deus que deve permear a maneira como vivemos uns com os outros.
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