Nossa responsabilidade

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A todos aqueles que andam conosco devemos pregar, ensinar, insistir para que tenham o entendimento iluminado e não cair no engodo do atendimento dos desejos pessoais, com Paulo instrui a Timóteo em sua segunda carta, no capítulo quatro, do versículo um ao quatro.

“Diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu Reino, peço a você com insistência que pregue a palavra, insista, quer seja oportuno, quer não, corrija, repreenda, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, se rodearão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.” (2Timóteo 4.1–4 NAA)

Estamos próximos do fim dos tempos, a volta do Senhor já não está tão longe como antes e o que vemos são as palavras que Paulo escreveu a Timóteo como uma realidade, pois ninguém está disposto a ouvir o que Deus está falando. Todos, inclusive muitos que afirmam ser crentes, estão buscando o atendimento de seus interesses e não a compreensão da palavra de Deus. Não podemos nos comprometer com o Pai e a Sua vontade, querendo reter as pessoas, atendendo os seus desejos. Devemos, sim, pregar a Palavra que revela toda obra de injustiça, para que todos possam se arrepender de seus pecados e assim, serem fiéis e comprometidos com o Pai.

Devemos com toda paciência, longanimidade, corrigir, repreender e ensinar sobre o que a Palavra nos fala, sendo modelos e exemplos para todos das obras de justiça que devemos praticar, para que sendo luz no meio das pessoas, possamos conduzi-las ao conhecimento da verdade.

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