Assim como o pecado, as boas obras também

Foto de OC Gonzalez na Unsplash

Temos que entender que como não dá para esconder o pecado para sempre, ele virá à tona, assim também são as boas obras, podemos não querer revelá-las, mas de alguma forma em algum lugar elas serão conhecidas, como podemos ler o que Paulo escreveu a Timóteo em sua primeira carta, no capítulo cinco, versículos vinte e quatro e vinte e cinco.

“Os pecados de alguns são notórios, mesmo antes do juízo, mas os de outros só se manifestam mais tarde. Do mesmo modo também as boas obras se evidenciam e aquelas que ainda não são manifestas não poderão ficar escondidas.” (1Timóteo 5.24–25 NAA)

Não dá para esconder as boas obras, pois somos chamados para revelar o nosso Deus por meio delas. Não tem como esconder, pois se trata da forma como vivemos e nos relacionamos. Se trata de natureza, de expressão de onde estamos. As boas obras assim como o pecado, revelam a natureza que temos e quanto compreendemos que somos um novo ser, feitos à imagem de Cristo, que somos coparticipantes da natureza divina, que recebemos da Sua vida. Não fazemos para alcançar algum favor de Deus, mas simplesmente para revelar quem Ele é neste mundo, por isso, não dá para esconder.

Como filhos de Deus, participantes de Sua natureza, tendo nascido de novo, feitos à imagem de Cristo, não podemos continuar na prática do pecado, mas devemos nos despir da natureza humana e nos revestirmos de Cristo, pois não temos outra maneira de viver que não como Ele, por isso, assim como o pecado não dá para esconder, as boas obras também não, pois elas revelam quem somos.

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