Conduzidos ao amor de Deus

Foto de Tolga Ahmetler na Unsplash

Duas coisas temos que entender: que somos conduzidos à maturidade e ao revelar do amor de Deus e que temos que andar segundo a perseverança de Cristo como Paulo instrui na segunda carta aos Tessalonicenses, no capítulo três, do versículo três ao cinco.

“Mas o Senhor é fiel. Ele os fortalecerá e os guardará do Maligno. Temos confiança no Senhor quanto a vocês, de que não só estão praticando as coisas que lhes ordenamos, como também continuarão a fazê-las. Que o Senhor conduza o coração de vocês ao amor de Deus e à perseverança de Cristo.” (2Tessalonicenses 3.3–5 NAA)

A nossa jornada de maturidade se trata destes dois aspectos: revelarmos a amor de Deus e andarmos segundo o modelo de Cristo, não desistindo por causa da oposição, mas sujeitos a vontade do Pai. Nossa maturidade se revela não pelos grandes feitos que possamos fazer, mas por revelarmos o amor de Deus nas nossas relações, independente do tamanho da obra. A plenitude da maturidade está em revelarmos o amor do Pai nas nossas relações. Para que isto se torne possível, devemos fazer da nossa comida a vontade do Pai, para que não desistamos da jornada, pois devemos ser firmes na perseverança de Cristo.

Não importam os outros, a oposição não faz diferença e não nos incomoda, nem as lutas e muito menos as circunstâncias. Mantenhamos os nossos olhos firmes no modelo de Cristo para que sejamos conduzidos à expressão plena do amor do Pai, manifestando a perseverança de Cristo no cumprir da Sua vontade.

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