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O anjo chama João para mostrar-lhe a noiva de Cristo e então lhe mostra a cidade santa, a nova Jerusalém que descia do céu, como podemos ler em Apocalipse no capítulo vinte e um, do versículo nove ao onze.
“Então veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: — Venha, vou mostrar-lhe a noiva, a esposa do Cordeiro. E ele me levou, no Espírito, a uma grande e elevada montanha e me mostrou a cidade santa, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, a qual tem a glória de Deus. O seu brilho era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina.” (Apocalipse 21.9–11 NAA)
Sempre tinha pensado na nova Jerusalém como uma cidade, um lugar onde nós habitaríamos e estaríamos e onde a presença de Deus seria uma constante, mas nunca tinha percebido que o anjo falava da noiva de Cristo. A noiva de Cristo é a Igreja, a Sua família, o Seu povo. A nova Jerusalém, somos nós, a noiva, que Cristo está preparando. Ela é o tabernáculo de Deus, o lugar onde Ele habitará. E a nova Jerusalém, somos nós, a cidade onde Deus habita. Ele está fazendo tudo novo, Deus habitará para sempre no meio do Seu povo, Sua Igreja, a Sua família. Não existe uma cidade, mas existe nós, como a família de Deus e este é o plano que Ele tem: habitar entre nós, Seu povo.
Que possamos compreender o plano de Deus, que Ele está nos preparando, somos a Sua cidade, a nova Jerusalém, a cidade santa onde habitará, somos o Seu tabernáculo, o templo que Ele está construindo, onde estará sempre conosco, pois somos pedras vivas deste templo, a cidade santa, o lugar da habitação de Deus.
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