De obras de justiça

Foto de Mohamed Nohassi na Unsplash

Não de outra coisa, mas de obra de justiça, devemos nos vestir delas, pois os atos de justiça são o linho fino que a Igreja do Senhor, a Sua noiva se veste, preparando-se para as bodas do Cordeiro, como podemos ler em Apocalipse dezenove, do versículo seis ao oito.

“Então ouvi o que parecia ser a voz de uma grande multidão, uma voz como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: “Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque chegou a hora das bodas do Cordeiro, e a noiva dele já se preparou. A ela foi permitido vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro.” Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.” (Apocalipse 19.6–8 NAA)

Fazermos obras de justiça é o que glorifica a Deus. Não se trata de quem está recebendo, mas de entendermos nosso papel e responsabilidade, pois somos chamados para viver e andar na vontade do Pai, para revelarmos Suas virtudes, nos relacionarmos fundamentados no Seu amor que temos que revelar ao mundo. As nossas obras devem revelar o nosso Deus, glorificar o Seu nome, manifestar o Seu amor, por isso, tudo que fizermos deve ser com base no amor do Pai que temos que revelar nas relações e no cuidado de uns para com os outros, quando amamos como Cristo, as nossas obras serão de justiça e revelarão o Pai.

Devemos nos revestir das obras de justiça que manifestam o nosso Deus e o Seu amor, repartindo com o outro o que recebemos do Pai, sejam as bênçãos espirituais, fazendo-O conhecido de todos, por agirmos como Seus imitadores, seja do repartir a nossa abundância, pois é assim que manifestamos o Seu amor e graça a todos e nossas ações não são calcadas nos outros, mas em quem somos.

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