Foto de Clémence Bergougnoux na Unsplash
Nós como filhos de Deus, por fazermos parte da Sua natureza, estarmos na Sua presença, não podemos viver como escravos do pecado, mas temos que abandonar, nos afastar de tudo que representa corrupção e que revela a natureza humana, assim como os filhos são orientados a abandonar Babilônia em Apocalipse, no capítulo dezoito, versículos quatro e cinco.
“Ouvi outra voz do céu, dizendo: “Saiam dela, povo meu, para que vocês não sejam cúmplices em seus pecados e para que os seus flagelos não caiam sobre vocês. Porque os pecados dela se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das injustiças que ela praticou.” (Apocalipse 18.4–5 NAA)
É inadmissível que nós, participantes da glória de Deus, coparticipantes de Sua natureza, que andamos na Sua presença, possamos permitir em nossas vidas qualquer ato de corrupção pela natureza humana que revela a obra do diabo. Não podemos, por meio dos nossos membros, sermos cumplices das obras das trevas, devemos abandonar todo ato de corrupção que expressa e revela a natureza humana, pois somos de Deus para revelarmos a Sua glória.
Revelamos que somos de Deus, que estamos em Sua presença, que somos participantes de Sua natureza quando andamos como Cristo, o Filho de Deus, revelando a glória do Pai, não as obras do mundo. Quando rejeitamos as obras do pecado, saímos do meio da corrupção, andando na verdade, praticando obras de justiça que expressam e revelam o Pai.
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