Vivemos o final dos tempos, mas ainda não temos ideia do que de fato irá acontecer, mas, como o Senhor mesmo ensinou sobre este momento, podemos ler em Apocalipse, no capítulo seis, do versículo doze ao dezessete.
“Vi quando o Cordeiro quebrou o sexto selo. Houve um grande terremoto, o sol se tornou negro como pano de saco feito de crina, a lua ficou toda vermelha como sangue, as estrelas do céu caíram sobre a terra, como a figueira deixa cair os seus figos verdes quando sacudida por um vento forte, e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e as ilhas foram movidos do seu lugar. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: — Caiam sobre nós e nos escondam da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro! Porque chegou o grande Dia da ira deles, e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6.12–17 NAA)
Não compreendemos a misericórdia e graça que nos são reveladas em nossos dias, mas não temos a dimensão do dia da ira, quando tudo irá se cumprir. Serão tempos difíceis, mas nós, em nosso dia, devemos repousar debaixo da graça, reconhecendo que tudo que temos e recebemos não depende de nós, mas do amor revelado. Agora se não nos submetermos ao que Ele fez por nós, podemos ter a convicção que o que nos espera não será nada fácil para nenhum ser humano independente de classe social, poder aquisitivo ou grau de instrução.
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