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Quando entendemos o que Deus fez por nós e que, por meio de Cristo, nos colocou em Sua presença, compreendemos por que santificar e porque não podemos andar com as obras das trevas, pois temos uma esperança em Cristo, como podemos ler em primeira João, no capítulo três, versículos dois e três.
“Amados, agora somos filhos de Deus, mas ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é. E todo o que tem essa esperança nele purifica a si mesmo, assim como ele é puro.” (1João 3.2–3 NAA)
Se a nossa esperança é estarmos com o Senhor toda a eternidade, decorrente da Sua obra redentora e que somos colocados na presença de Deus e que teremos um novo corpo, semelhante a Ele, então tendo esta esperança, não podemos viver na prática do pecado, mas, abandonar, purificando-nos mediante o operar do Espírito, para que neste mundo revelemos Cristo, sendo Seus imitadores, para que o mundo possa conhecer o Pai através de nós e assim, experimentar de Sua salvação, por causa disto, nós nos purificamos, santificando o nosso proceder, para que nas relações sempre revelemos o Pai.
A razão da purificação é para que revelemos a glória do Pai, para que o mundo conheça a Sua salvação, para que nós entendendo que fomos libertos, não nos submetamos mais ao pecado, pois Cristo destruiu as obras das trevas para que vivêssemos neste mundo como filhos revelando Cristo, por isso santificamos, pois temos esperança e aguardamos a volta do Senhor.
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