Morada de Deus

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A convicção de que Deus habita em nós, não é pelo que vemos, mas pelas promessas realizadas por meio de Cristo, segundo o que Ele nos ensina em João, no capítulo quatorze, versículos vinte e três e vinte e quatro.

“Jesus respondeu: — Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e o meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras. E a palavra que vocês estão ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou.”

(João 14.23–24 NAA)

Quando cremos e nos submetemos a Cristo, reconhecendo-O como Senhor e Salvador, e que a reconciliação com Deus, não é pelo nosso esforço, mas graça revelada por meio de Cristo, que na Sua oferta nos concede o perdão e nos justifica na Sua ressurreição para vivermos em novidade de vida, um ser regenerado, feito à imagem de Cristo, que nos capacitou para rejeitar as paixões humanas e andarmos na vontade do Pai. Cientes disto, nós santificamos o nosso proceder, deixando as obras das trevas e andamos segundo o modelo de Cristo, fazendo as mesmas obras. Por fazê-las, expressamos que amamos o Senhor. Por causa deste entendimento e desta jornada, o nosso Deus habita em nós, nós somos Sua morada, somos pedras vivas do templo que Ele está construindo para a Sua glória. Revelamos que somos moradas de Deus, por causa das obras que realizamos.

Temos que entender que somos moradas de Deus, não por causa do que fazemos, mas pelo que Ele fez por nós e temos fé de que nos capacitou, segundo as Suas promessas, para andarmos na Sua vontade, revelando o Seu amor ao mundo, revelando a Sua glória às pessoas, sendo imitadores de Cristo.

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