A hipocrisia do corrupto

Foto de Henry Han na Unsplash

Quando vivemos segundo a maneira de pensar do mundo, buscando os nossos interesses, expressaremos também a hipocrisia diante dos fatos que irão nos prejudicar ou impedir os nossos ganhos, como foi a atitude de Judas em João, no capítulo doze, do versículo quatro ao oito.

“Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que estava para trair Jesus, disse: — Por que este perfume não foi vendido por trezentos denários e o valor não foi dado aos pobres? Ele disse isso não porque se preocupava com os pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa do dinheiro, tirava o que era colocado nela. Mas Jesus disse: — Deixe-a! Que ela guarde isto para o dia do meu sepultamento. Porque os pobres estão sempre com vocês, mas a mim vocês nem sempre terão.”

(João 12.4–8 NAA)

Por isso, para não sermos hipócritas, achando que estamos servindo ao Senhor, devemos sempre analisar as nossas motivações, para não sermos enganados pela nossa própria hipocrisia. Talvez não estejamos roubando o dinheiro do cofre, mas queremos simplesmente preservar o que temos e recebemos ou o que buscamos é a nossa glória diante das pessoas para que nos honrem. Quando agimos segundo a perspectiva natural o que queremos é agradar aos nossos desejos. Podemos até fazer o que Judas fez, segundo o pensamento religioso, mas, isto não tem nada a ver com o eterno, pois se trata simplesmente de hipocrisia de uma pessoa corrupta que não conhece e não compreende a vontade do Pai.

A hipocrisia de um corrupto se revela na religiosidade expressa nas palavras, mas que no íntimo está buscando a preservação dos próprios interesses, agindo segundo a motivação natural e não expressando a vontade de Deus e muito menos sendo como Cristo, a oferta do Pai em favor do mundo para que conheçam a Sua glória.

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